O uso da Inteligência Artificial na cibersegurança

A Darktrace contribuiu para o relatório anual do Fórum Econômico Mundial sobre cibersegurança, tecnologias emergentes e riscos sistêmicos. O estudo aborda, dentre outros tópicos, o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) no mundo e as oportunidades geradas para a indústria.

As tecnologias de IA atuais são capazes de análises e tomadas de decisão mais rápidas e precisas, além de derivar insights de big data, superando as abordagens digitais tradicionais e até mesmo alguns aspectos de capacidades humanas em diversos campos.

INVESTIMENTO EM IA

A corrida global para desenvolvimento de IA vem se intensificando ao longo dos anos. O objetivo deste campo de estudo é construir tecnologia com sistemas de raciocínio para executarem tarefas que normalmente requerem inteligência humana (como tomada de decisão, percepção visual e reconhecimento de fala).

Investimentos substanciais, sobretudo em técnicas de machine learning, foram mapeados. Estima-se que em 2019 o investimento nesta tecnologia tenha sido de $37,5 bilhões e deve chegar a $97,9 bilhões até 2023, tendo os EUA e a China como principais financiadores.

OPORTUNIDADES PARA DEFESA CIBERNÉTICA

A IA oferece potencial para aumento de velocidade, precisão e impacto da defesa operacional e de oferecer suporte às organizações. O setor tem sido usado para aumentar e automatizar tarefas realizadas até então por analistas (por exemplo, triagem de ameaças).

Esta abordagem está se tornando cada vez mais integrada a respostas defensivas dentro do ecossistema da cibersegurança. Ela oferece melhor capacidade analítica para prever as ameaças e suas estratégias de ataques, permitindo uma melhor orquestração de movimentos de defensiva. É previsto que o valor global de investimento nesta área chegue a US $ 46 bilhões até 2027.

EVOLUÇÃO DAS FERRAMENTAS DE DEFESA

O relatório defenda o uso e investigação de tecnologias e recursos operacionais de IA para cibersegurança. É fundamental que os investimentos continuem a ser feitos com um entendimento preciso do que precisa ser enfrentado e mapeando as lacunas críticas na capacidade defensiva.

 

Fonte: http://www3.weforum.org/docs/WEF_Future_Series_Cybersecurity_emerging_technology_and_systemic_risk_2020.pdf