10 fatores de riscos cibernéticos que ninguém conta

A avaliação dos fatores de risco sempre foi mais baseada em fatores subjetivos do que em uma tabela de cálculo. Como alguém pode estimar as chances de que um ataque sofisticado de ransomware, DDoS ou a partir de uma agente interno ocorra nas empresas em um determinado ano ou quais ativos ele poderá acessar com de forma precisa? Alguém pode provar que a probabilidade é de 20% contra 60% em tal ano? 

Todos nós lutamos com esses grandes problemas frente às estimativas, mas para trazer um pouco mais de complexidade a essa avaliação, existem muitos outros fatores que afetam o gerenciamento de riscos. Abaixo listamos dez deles: 

  

1. Lutar contra o risco de “isso pode acontecer” 

Toda avaliação de risco é uma luta entre algo que pode acontecer ou não fazer nada, principalmente se isso nunca aconteceu anteriormente.  

  

2. Risco político 

Assumir proativamente os riscos leva ao próximo componente desconhecido: risco político. Toda vez que os profissionais proativos querem “blindar” a empresa de algo que nunca aconteceu antes, eles perdem um pouco do seu capital político.  

  

3. “Dizemos que estamos protegidos, mas não estamos na realidade” 

Muitos dos controles e defesas que afirmam ter implementado, não são 100% eficazes. Muitas pessoas comprometidas nesse processo sabem disso e devemos encarar essa realidade.  

  

4. Risco institucionalizado: “Sempre é feito dessa maneira” 

É difícil lutar contra o argumento “é assim que sempre fazemos”, especialmente quando nenhum ataque às vulnerabilidades da organização acontece há décadas. É preciso atualização constante e segurança redobrada.  

 

5. Risco de interrupção operacional 

Todo controle e defesa que a empresa implementa pode gerar um problema operacional. É preciso se atentar de que forma os riscos podem comprometer a atividade da organização. 

   

6. Risco de insatisfação dos usuários 

Nenhum responsável por risco quer irritar os usuários. É necessário atenção e zelo das empresas para não cair num alto grau de insatisfação por parte deles. Os usuários finais são responsáveis por um grande percentual de todas as violações de dados (por meio de phishing e engenharia social). Não é possível confiar apenas no treinamento de segurança e nos instintos dos usuários finais para proteger as empresas. É preciso negociar as restrições e os acessos com habilidade. 

  

7. Risco de insatisfação dos clientes 

Ninguém deseja implementar uma política ou procedimento que leve à perda de clientes. Clientes insatisfeitos tornam-se felizes em outras empresas, ou seja, na concorrência. Qualquer solução que possa prejudicar a experiência do cliente deve ter uma análise minuciosa dos custos e benefícios de sua implantação, no que se refere à satisfação do seu público-alvo. 

 

8. Riscos das tecnologias mais avançadas 

A maioria das empresas não tentará uma solução inovadora até que um grupo de pioneiros a adote. Não é muito cômodo estar em contato com o desconhecido. As empresas que adotam cedo uma tecnologia inovadora, podem ser recompensadas por chegarem antes e alcançar vantagens competitivas sobre àquelas que as precederam. 

  

9. Risco de chegar atrasado 

Quase sempre estamos enfrentando algum risco que já aconteceu com outras empresas. Ter que esperar primeiro para ver o que os hackers estão fazendo causa um atraso entre o momento em que o novo comportamento malicioso é detectado e as ações de avaliação do novo ataque, definição de novos controles e a execução da defesa contra a técnica de invasão. No “jogo” de esperar para ver, você sempre estará atrasado! 

  

10. “Não dá para fazer tudo certo” 

De acordo com a revista digital CSO Online (www.csoonline.com), no ano de 2019 foram anunciadas mais de 16.500 novas vulnerabilidades públicas. Mais de 100 milhões de programas de malware exclusivos eram conhecidos. O mais correto e possível a se fazer – é avaliar quais são os riscos mais importantes e ter uma plataforma moderna e robusta de segurança cibernética para a proteção. 

  

Para tentar minimizar esses fatores de risco, entra A M3Corp, que tem as melhores soluções em seu portfólio para proteção às ameaças cibernéticas. Conte com quem tem expertise no assunto para ajudar a melhor atender seus clientes no quesito segurança.