A epidemia dos ataques cibernéticos

Em meio a tantas crises com as quais o Brasil está tendo de lidar, uma nova epidemia chegou: a dos ataques cibernéticos a prefeituras ao longo de todo território nacional. Os principais ataques são do tipo ransomware ou contra os sistemas financeiros, e até o final do último mês já haviam sido contabilizados mais de 30 municípios atingidos. 

O governo lidera o ranking dos maiores alvos dos cibercriminosos do Brasil nos últimos anos, representando 40% dos ataques em 2019 e 35,3% dos golpes bloqueados em 2020, segundo pesquisas. 

A pandemia deixou o setor governamental ainda mais vulnerável, especialmente com uma migração em massa para nuvem, visando a continuidade do atendimento aos cidadãos e dos serviços dos servidores públicos, mas sem a devida atenção à proteção dos dados. 

Cidades de todos os tamanhos foram atacadas, o que mostra a necessidade de um maior investimento por parte do governo em segurança cibernética, afinal a maior parte dos 5.500 municípios do Brasil têm uma gestão de TI muito escassa.  

Hackers estão pedindo resgates cada vez mais altos em seus golpes, resultando em uma perda mundial prevista em US$ 6 trilhões, e mudar esse cenário é mais do que necessário. Segundo estimativas do Gartner, por parte dos órgãos governamentais, o investimento em tecnologia digital deve crescer em torno de 6,5% até 2022, em relação a 2021, atingindo gastos de US$ 557,3 bilhões, para recuperar os impactos da pandemia na saúde pública. 

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