Hacker do bem?

A ideia inusitada de trabalhar com “hackers do bem” foi apontada por dois diretores do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação), no último Fórum Nacional sobre Cibersegurança, em que inúmeras autoridades estavam presentes. 

A figura de um Ethical Hacker (ou hackers white hat, como também são conhecidos) pode parecer nova, mas pessoas com habilidades para realizar ciberataques e que usam esse conhecimento justamente para os combater, já vem sendo contratadas por algumas organizações ao redor do mundo, visando justamente prevenir os seus sistemas de golpes reais.  

Segundo José Sampaio Gustavo Gontijo e Paulo César Rezende de Carvalho Alvim (ambos representantes do MCTI), no âmbito de defesa Nacional, existe o Condeciber (Comando de Defesa Cibernética), em contra partida, não há nenhum grupo de prontidão para defesa civil. Portanto, a proposta busca capacitar um verdadeiro batalhão, em todo território nacional, de pessoas que apoiem entidades públicas e privadas sempre que necessário. 

Durante a pandemia as pessoas migraram em massa para o uso de ferramentas digitais, entretanto a mudança foi mais rápida do que a preparação para estar devidamente seguro nesse ambiente. Por isso, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação possui várias iniciativas, além dos hackers do bem, que visam a melhor utilização do ambiente cibernético, como incluir a educação digital desde o ensino fundamental, mas que ainda estão em fase de estruturação. 

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