O setor da saúde está mais tecnológico, mas está seguro?

A pandemia impactou de forma significativa o avanço digital em inúmeros setores e na saúde não foi diferente. Segundo a pesquisa TIC saúde 2021, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), houve uma evolução significativa da tecnologia no meio.  

Os dados apontam que a utilização de computadores e internet cresceu em 9% nos estabelecimentos públicos, e se manteve generalizado no setor privado. As UBSs (Unidades Básicas de Saúde) passaram de 91%, em 2019, para 94%, em 2021, a utilizar computadores, e de 82% para 92%, no mesmo período, a internet. 

Outros progressos foram apontados, como no registro de dados dos pacientes em sistemas eletrônicos, que subiu em seis pontos percentuais em dois anos, na disponibilidade das informações dos pacientes em formato digital, na interoperabilidade entre sistemas tecnológicos de informação na saúde, e também na telessaúde. 

Desafios da proteção no setor 

Vulnerabilidades e inadequações podem ser fatais para qualquer organização, e em hospitais, clínicas e demais estabelecimentos da área, qualquer ataque pode ser ainda mais perigoso. 

Por isso, os apontamentos da pesquisa que mostraram que apenas um terço das organizações tem uma política estabelecida sobre segurança da informação é preocupante! 

Outro ponto crucial é a adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que menos da metade dos estabelecimentos estudados tinham alguma das medidas questionadas implementadas. 

A saúde precisa avançar em tecnologia, mas igualmente em segurança, tanto para o bem das instituições, como em prol dos pacientes, e o portfólio completo da M3Corp pode ajudar. Entre em contato e saiba mais!