Entenda as tendências relacionadas a Digital Workplaces e a ressignificação dos ambientes de trabalho

O mundo mudou após a pandemia e as empresas se adaptaram, várias delas com muito sucesso as novas formas de se trabalhar. Houve uma aceleração na digitalização e muito movimento nas cadeias operacionais. Entretanto, a pergunta que fica é: isso é suficiente?

De acordo com Claudinei Santos, Diretor da TI Inside, “os líderes precisam estar prontos e dispostos para repensar totalmente o futuro, com uma perspectiva mais ampla”.

A crise pandêmica trouxe uma ruptura de forma repentina, inserindo todos ao trabalho remoto e digital de forma abrupta. Embora fosse utilizado por alguns, anteriormente, o home office nunca foi tão aplicado anteriormente, e atualmente, tornou-se o padrão para a maior parte da força de trabalho. Um estudo recente da Deloitte, revelou que somente 15% dos colaboradores no mundo trabalhavam de forma remota antes da COVID-19. Nos últimos anos, somou-se 35% a mais nesse número, sugerindo que mais da metade dos indivíduos que trabalham atualmente atuam nesse tipo de regime. Com os meses em isolamento se estendendo e essa realidade se transformando no “novo normal”, as empresas notaram que esse modelo de trabalho trazia muitos benefícios.

Portanto, para que a estrutura de trabalho se mantivesse eficaz e a produção continuasse em boas condições, os empregadores tiveram que oferecer suporte adicional aos quais não estavam habituados, que fugiam do padrão que era fornecido quando o trabalho era presencial, como por exemplo: softwares, equipamentos e o acesso a tudo que era necessário para efetuarem suas funções longe das escrivaninhas do escritório.

No primeiro momento, ocorreu-se uma adaptação momentânea, porém com o passar do tempo se tornou necessário ter o mínimo de infraestrutura, até porque, em casa os colaboradores convivem com parceiros, filhos, pets e outros membros da família, demonstrando a necessidade de se possuir um ambiente exclusivo dentro dos lares para o trabalho. Isso significou reformas, mudanças e redecorações, que por si só já impactaram bastante a rotina. Também pôde-se contar dos transtornos diários envolvendo ruídos e interferências internas e externas.

O mobiliário passou a ser algo essencial na hora de se pensar em trabalho remoto e, quando nos referimos a computadores, pesquisas demonstram que esse mercado teve um crescimento de vendas acentuado, sendo o maior dos últimos 10 anos. Obviamente, equipamentos como impressoras, roteadores e repetidores de Wi-Fi também acompanharam esse crescimento. Quase todos os trabalhadores relataram que suas empresas adotaram pelo menos uma solução digital temporária para atender às novas demandas desse cenário, e de forma muito mais rápida do que se imaginava possível.

Quando questionadas sobre os impactos, as empresas relataram que os financiamentos para iniciativas digitais aumentaram exponencialmente — mais até do que os custos, número de pessoas em funções de tecnologia e número de clientes.

Diante desse novo ambiente novas estratégias, práticas e procedimentos são necessários. De acordo com estudos, os gestores passaram a prestar mais atenção nesse tipo de estrutura e a maioria dos entrevistados sabem que a tecnologia se tornou um fator crítico dos negócios e também um investimento, não apenas custos.

A tecnologia 5G e a conectividade também aparecem como elementos chave, quando nos referimos aos novos espaços de trabalho, ainda que o crescimento das conexões também traga consigo o aspecto da segurança dos dados que cria desafios para as pequenas e médias empresas, as quais sofrem um pouco mais com a adaptação. Antes da pandemia, muitos negócios até relutavam em lidar com o trabalho remoto, principalmente quando lidavam com dados sensíveis, mas com a crise elas precisaram aumentar sua capacidade e recursos para o home-office, e mudar a mentalidade.

O afastamento do escritório, infelizmente, gerou também o afastamento da rotina e do contato com as pessoas, porém os “Espaços Digitais” começaram a surgir para estreitar o relacionamento entre os colegas e fazer com que o contato humano continue exercendo seu papel na estrutura das corporações. A videoconferência é um exemplo de novo contato possibilitado por essas mudanças.  

Permitir um trabalho remoto com estrutura eficiente é um desafio, porém, em praticamente todos os casos, a adoção de ferramentas, a digitalização e a mudança cultural são extremamente importantes para fornecer uma estrutura funcional, eficiente e ética com os colaboradores. A pandemia acelerou um processo que naturalmente iria ocorrer de forma mais branda, e uma ótima saída para lidar com esse panorama, é antecipar-se às mudanças e ficar sempre atento às tendências e as opções disponíveis no mercado para tornar essa jornada mais simples.

Auxiliar as empresas nesse âmbito também é uma meta da M3Corp e de seus parceiros. Entre em contato e saiba mais sobre nosso portfólio e entenda melhor sobre as ferramentas disponíveis para lidar com os impactos da ressignificação dos espaços de trabalho.

 

Fonte: https://tiinside.com.br